INVEJA


Espalha-se pelo olhar mentiroso
Esconde-se no tom de voz afetuoso
No abraço descarrega seu ódio
Sentimento vil desde o primórdio
 
Fecunda-se no belo e no feio
Germina no desejo do alheio
Cresce nas entranhas do insano
Reina no coração vazio soberano
 
Energia negativa impregna
Corpo desobedece a sua sina
Cansaço toma conta, tristeza
Suga as vontades, fraqueza...

Inveja, praga maldita
Em tantos corpos habita
Maldigo a quem ela me lançar
Em mim não vou deixar afetar.


Copyright © 2012 - Todos os Direitos Reservados à Marcela Re Ribeiro - Reprodução Proibida

LIVROS DA AUTORA

​SIGA-ME

  • Facebook Classic
  • Instagram ícone social
  • LinkedIn ícone social
  • Twitter Classic
  • c-youtube

© 2018 Todos os Direitos Reservados à Marcela Re Ribeiro